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A Cinomose canina é definida por ser uma doença grave e de alta mortalidade
 
É uma doença multissistêmica, ou seja, sua evolução pode apresentar vários sintomas e atingir todo o organismo.
 
Uma infecção que chama muito a atenção de médicos veterinários é a Cinomose canina (CDV) causada por vírus da família Paramyxoviridae, pertencente ao gênero Morbillivirus. Segundo o Dr. Francisco Anilton, professor de imunologia, epidemiologia, doenças infecciosas e saúde pública, a Cinomose “é uma doença sistêmica de evolução aguda, subaguda ou crônica que, além dos sintomas sistêmicos, pode também evoluir para graves sinais neurológicos”. O professor também ressalta que os sintomas variam de acordo com a força ou capacidade de multiplicação do vírus, a linhagem de microrganismos produzida, as condições ambientais, idade e estado imunológico do animal. Os sintomas: tosse, diarreia, anorexia, desidratação e perda de sangue com debilitação são observados em cães com quadros de Cinomose aguda.
De acordo com Anilton, as erupções cutâneas progredindo para pústulas (erupções com pus) e pequenos tumores inflamatórios na pele podem ocorrer especialmente na região do abdômen. Os sinais neurológicos começam no período de uma a três semanas após a recuperação da doença sistêmica. Nesse período há registro de ocorrência de sensibilidades nos órgãos, dores,, rigidez cervical, convulsões, sinais cerebelares e vestibulares e incoordenação.
Segundo o autor Macgavin (2013), os sintomas clínicos que caracterizam a doença consistem em febre bifásica, diarreia, vômito, perda de peso, secreção oculonasal com presença de muco e pus, tosse, distúrbios respiratórios e possível perda de visão. Quando a Cinomose caracteriza um caso mais grave, ela pode desenvolver problemas relacionados ao sistema nervoso central, incluindo inflamação no nervo óptico, lesões de retina, convulsões ou mioclonias residuais, falta de coordenação dos movimentos e paralisia.
A transmissão do vírus da Cinomose ocorre pela excreção de gotículas por meio de aerossol e outras excreções do corpo de animais infectados. O vírus pode ser liberado por vários meses, tendo sua disseminação em locais onde há maior incidência de cães mantidos em grupos, tornando o vírus instável no ambiente (SILVA et al., 2007).
Professor Anilton reforça que o vírus é eliminado nos exsudatos respiratórios, nas fezes e nos exsudatos conjuntivais por 60 a 90 dias após a infecção. Portanto, a contaminação dos animais pode ocorrer a partir do contato com outros animais que estão eliminando o vírus no ambiente, ou por meio do próprio ambiente contaminado.
A doença tem baixa porcentagem de cura, pois enfraquece o sistema imunológico, deixando o paciente vulnerável a outras infecções para bactérias e outras infecções.
        	
 Os cuidados e tratamento
 
De acordo com Francisco Anilton, o tratamento é inespecífico e de suporte, e as infecções bacterianas secundárias devem ser tratadas com antibióticos.
Segundo ele, os anticonvulsivantes são administrados quando necessário, já o uso de glicocorticóides pode ser benéfico em alguns casos de cães com doenças do sistema nervoso central que provém de infecção crônica pelo vírus da cinomose, mas contraindicado em cães infecção aguda.
Além disso, para evitar que os cães fiquem expostos a essas doenças é preciso mantê-los longe de animais doentes e em um local limpo e arejado.
A vacinação também é um importante meio de prevenção. Mas é preciso que o cão seja vacinado ou revacinado constantemente?
 
O VacciCheck®
 
O kit de verificação vacinal VacciCheck® serve para avaliar o status de vacinação do cão com relação a três enfermidades, são elas: a Cinomose canina, Hepatite Infecciosa Canina e Parvovirose Canina. A partir do momento em que é feita essa verificação, é possível analisar se o cão precisa ser revacinado ou se ele está imune a algumas enfermidades.
O objetivo principal deste kit é fornecer uma ferramenta útil para avaliar o estado de imunidade de cães sobre esses três patógenos. Como tal, ele pode determinar o título de IgG antes e após a vacinação ou a duração da imunidade.
Por meio da utilização do kit é possível evitar sintomas que podem ser causados pela vacina, além de evitar o excesso de vacinação. Muitas vezes alguns cães podem ser alérgicos a componentes da vacina e desenvolver problemas pós-vacinação. Além disso, eles podem já possuir anticorpos maternais capazes de manter os filhotes protegidos, fator que pode reduzir a força da vacina.
O uso do VacciCheck® pode ser benéfico aos animais, pois pode avaliar o histórico de vacinação dos cães, verificar se estão imunossuprimidos e ajudar da decisão da revacinação ou não.
Esse cuidado é uma ação preventiva para evitar que o paciente desenvolva riscos à saúde e avalie as condições físicas do animal.
Por meio do teste, os resultados são obtidos em poucos minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.

Referências:

MACGAVIN, D.M., et al. Bases da patologia em veterinária. Rio de Janeiro, Editora elsevier, 2013.

SILVA, M. C., et al. Aspectos clinicopatológico de 620 casos neurológicos de cinomose em cães. Pesquisa Veterinária Brasileira. v.27,n.5,p. 215 – 220, maio 2007.
25/05/2018 - Publicações

A Cinomose canina é definida por ser uma doença grave e de alta mortalidade

É uma doença multissistêmica, ou seja, sua evolução pode apresentar vários sintomas e atingir todo o organismo. Uma infec&cced...

Saiba Mais
Hepatite Infecciosa canina pode causar a morte de cães ainda jovens
 
Caso os animais não estejam imunes à essa enfermidade eles podem ser infectados pelo adenovírus transmissor por meio das vias aéreas. 
 
A Hepatite Infecciosa Canina (ICH/CAV), também conhecida como Doença de Rubarth, é uma doença causada pelo adenovírus canino tipo 1 (CAV-1) que pode provocar alterações em vários órgãos, principalmente fígado, rins, olhos e células endoteliais do animal, ou seja, células que revestem a superfície interior dos vasos sanguíneos. A médica veterinária Drª Mitika Kuribayashi Hagiwara em seu artigo, publicado na Revista Clínica Veterinária, relata que além do CAV-1 causar doenças em cães, ele também afeta coiotes, raposas bem como outros tipos de canídeos e ursídeos.
Segundo o professor doutor Francisco Anilton da Universidade Federal de Goiás, a Hepatite infecciosa canina é uma doença viral que ocorre em canídeos jovens. De acordo com o professor, a doença pode ter muitos estágios e causar a morte dos animais. “Ela se apresenta desde a forma leve, subaguda até a forma aguda que pode levar à morte entre 12 a 25% dos animais doentes”, afirma.
Anilton relata ainda que os animais podem se contaminar por meio da inalação de partículas virais que são eliminadas no ambiente por um animal infectado. Ele ainda ressalta que o vírus pode ser encontrado na urina dos cães por alguns meses, mesmo após a recuperação do animal. “O vírus também é eliminado por pelo menos seis a nove meses na urina após a recuperação de um animal”, explica. 
O artigo de Drª. Mitika Hagiwara e seus colaboradores afirma que após a exposição oral, o adenovírus se dissemina por meio da via hematógena por todo o organismo.
Dr. Anilton esclarece que os cães que apresentam a forma aguda da doença tornam-se fracos e morrem dentro de algumas horas. Já, os indivíduos que permanecem doentes por 5 a 7 dias, apresentam sinais clínicos específicos e febre. “Nesse estágio a doença pode se caracterizar por febre de 39,5 a 41°C, anorexia, latidos frequentes, vômitos, diarreia, dor abdominal, tonsilite - faringite, membranas mucosas pálidas, linfadenopatia e edemas cervicais, tosse (devido a pneumonite) e diátese hemorrágica”, explica.
O professor ressalta que podem ocorrer sinais neurológicos, como a desorientação, depressão, estupor, coma e ataques convulsivos, resultado de encefalopatia hepática, hipoglicemia ou de encefalite não-supurativa. Em casos de infecção aguda ou após a recuperação de uma infecção que não esteja aparente podem ocorrer sinais que incluem edema corneano, também chamada de “olho azul da hepatite” e uveíte anterior (blefaroespasmo, inflamação, miose e glaucoma).
Segundo Anilton, o tratamento é de suporte, pois não existe medicação específica, até que possa ocorrer uma recuperação a partir do estágio agudo de infecção e regeneração hepática. O médico veterinário afirma que esse processo geralmente requer uma fluidoterapia que utilize de soluções suplementadas com potássio e dextrose. Além disso, deve-se tratar a encefalopatia hepática e utilizar antibióticos para complicações bacterianas secundárias.
 
A solução
 
Para evitar esse tipo de contaminação, a profilaxia é muito importante, por isso, os animais devem ser vacinados para evitar que contraiam esse tipo de enfermidade.
Porém, a partir do momento em que: 1. alguns animais são alérgicos a algumas substâncias; 2. já possuem anticorpos maternais ou 3. são muito idosos ou jovens demais para receber a vacina, é preciso conferir se eles possuem ou não imunidade perante a Hepatite infecciosa canina.
 
O VacciCheck®
 
Para conferir os fatores relacionados à imunidade, aos anticorpos e a saúde física do animal, o kit de verificação vacinal VacciCheck® é a melhor opção para conferir o status vacinal relacionado a Hepatite Infecciosa Canina, bem como a Parvovirose e a Cinomose Canina. 
O principal objetivo da utilização do kit é servir como uma ferramenta para avaliar o estado de imunidade de cães sobre esses três patógenos. Além disso, o VacciCheck® é capaz de determinar se o filhote obteve resposta vacinal; avaliar a imunidade de pacientes com histórico de vacinação desconhecido e também dos cães imunossuprimidos. Ele ainda pode ajudar na decisão de revacinar ou não cães adultos e diagnosticar infecções na presença de sinais clínicos.
Com o teste é possível obter os resultados das três doenças, Hepatite Infecciosa Canina (ICH), Parvovirose (CPV) e Cinomose canina (CDV), que são obtidos simultaneamente em 23 minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.
18/05/2018 - Publicações

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Caso os animais não estejam imunes à essa enfermidade eles podem ser infectados pelo adenovírus transmissor por meio das vias aéreas ...

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Passear com os animais em áreas limpas é essencial para evitar com que eles sejam contaminados
 
A propagação da Parvovirose Canina (CPV) pode ocorrer através da exposição do animal em ambientes contaminados ou excrementos contaminados e a porta de entrada do vírus é por meio da via oral. 
De acordo com o doutor em Ciência Animal, Mestre em Medicina Veterinária Preventiva e especialista em Saúde Pública e professor de imunologia, epidemiologia, doenças infecciosas e saúde pública, Francisco Anilton, a doença é causada por um vírus de tamanho extremamente pequeno, o parvovírus, que pode ser observado em diversos animais. 
Ainda sobre a contaminação dos animais, a tese de mestrado, “Diagnóstico e tratamento de Parvovirose Canina”, feita pela estudante Bruna Rodrigues e pela professora Mestre do curso de Medicina Veterinária do centro Universitário Ingá, afirma que a infecção viral ocorre por exposição oronasal às partículas virais presentes nas fezes, fômites ou ambientes contaminados. Além disso, os equipamentos de cunho veterinário, pessoas, outros animais, insetos e roedores também podem atuar como veículos para a propagação do vírus.
Os dados da tese apontam que a Parvovirose pode fazer com que o animal tenha “quadros de gastroenterite hemorrágica, caracterizados por sinais de prostração, anorexia, vômitos, diarreia, predominantemente hemorrágica”. Em alguns casos mais graves, o cão deve ser internado em um posto de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de ficar isolado de outros animais e pessoas.
O doutor e mestre Anilton a doença viral aguda que ocorre em sua maioria em filhotes caninos é caracterizada, principalmente, por uma diarreia sanguinolenta. “É uma das viroses mais conhecidas e mais contagiosas entre os cães domésticos. Ela acomete mais os cães jovens que os adultos, talvez pelo fato destes últimos sejam mais resistentes pela imunidade naturalmente adquirida”, afirma.
Segundo Anilton, a Parvovirose apresenta alta mortalidade, principalmente entre cães jovens e de raças puras ou animais mais fracos ou debilitados por verminoses ou outras moléstias, inclusive carências.
De acordo com o artigo-tese, os principais sintomas da doença são prostração, anorexia e vômito, fatores que precedem o quadro de diarreia sanguinolenta, que ocorre geralmente entre 12 e 24 horas após a infecção. Além disso, os cães podem apresentar desidratação e hipovolemia.  Os sinais clínicos iniciais de choque incluem pulso normal ou fraco, taquicardia, palidez das mucosas, hipotensão, baixa temperatura corporal e grau de consciência reduzido.
Relacionado aos sinais clínicos, o médico veterinário Anilton reforça que os sintomas incluem a febre, leucopenia – que é a diminuição dos glóbulos brancos do sangue -  além de sintomas cardíacos nos filhotes. Segundo ele, os fatores relacionados à diarréia e a desidratação são os principais fatores que geram a morte dos animais. “A morte de animais severamente afetados é uma consequência da destruição extensa do epitélio intestinal, com consequente desidratação, além da possibilidade de choque endotóxico”, afirma.
 
O tratamento

O médico veterinário e professor Francisco Anilton afirma que o tratamento no combate da Parvovirose canina é um suporte. Segundo o médico veterinário os principais objetivos do tratamento buscam restabelecer e manter o equilíbrio eletrolítico e minimizar a perda de líquidos nas primeiras 24 a 48 horas ou até cessarem os vômitos.
É importante a suspensão completa da alimentação e ingestão de líquidos por via oral. De acordo com o médico, em algumas situações é recomendada a aplicação de fluidoterapia, antieméticos, antibióticos e, em alguns casos, é necessária a transfusão sanguínea.
Além disso, para evitar que os cães adquiram essa doença é preciso passear com os animais em áreas mais arejadas e limpas, evitando lugares que possam ser prejudiciais à saúde do cão.

 A Vacina e o VacciCheck
 
A vacina é importante para a prevenção contra doenças infecciosas, principalmente durante as cinco primeiras semanas de vida, mas é importante ressaltar que a utilização da vacina não precisa ocorrer todo ano.
Em algumas situações, como em casos de cães mais idosos, eles possuem mais dificuldades físicas e podem sofrer com irritações ou alergias. E os filhotes, por exemplo, podem possuir anticorpos maternos que os mantêm protegidos por algum tempo, fazendo com que a vacina não seja necessária.
Para que não ocorra vacinações excessivas, o kit de verificação VacciChek pode constatar se o cão está ou não imune. Além disso, o kit pode conferir se o animal está respondendo corretamente à vacinação, avaliar a imunidade de animais com o histórico de vacinação desconhecido, auxiliar na decisão de revacinação dos cães e diagnosticar a infecção na presença de sinais clínicos.
Portanto, ao usar o VacciCheck é possível confirmar se o cachorro já possui os anticorpos desejados, se ele possui uma imunidade baixa ou não e, principalmente, se é preciso ou não do uso da vacina.
Com o teste de verificação é possível obter os resultados de três doenças caninas, a Parvovirose, a Hepatite Infecciosa e a Cinomose. Os resultados são obtidos simultaneamente em 23 minutos. Para acompanhar o passo a passo do uso do kit clique aqui.
10/05/2018 - Publicações

Parvovirose Canina é uma das doenças mais comuns entre os cães domésticos

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A VP Diagnóstico apoia o espetáculo "O Nosso Circo" que faz parte do  Festival de Teatro de Curitiba.

Serão duas apresentações nos dias 07 e 08 de abril de 2018, no TUC - Teatro Universitário de Curitiba.
06/04/2018 - Publicações

A VP Diagnóstico apoia o espetáculo "O Nosso Circo" do Festival de Teatro de Curitiba.

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Dr Jean Dodds was one of the pioneers to introduce the use of serology testing to confirm core puppy and kitten vaccinations and  the use of serology testing to avoid adult dog/cat over vaccination.
This week Dr. Dodds gave a lecture this week to Israeli vets where she discussed the recent changes in the AAHA and WSAVA vaccination guidelines in specific reference to the use of serology testing.
 Some Key Points Dr Dodds mentioned during her lecture:
“When recommending a vaccine titer test vs giving a booster vaccination, the cost to the pet owner client in the USA is about $50 vs $20, respectively , so the clinic revenue increases -- while the pet avoids the potential of an adverse vaccine reaction when a booster is not needed. 
If you believe in and present this benefit sincerely , clients will agree and do what’s best for their pets.”
 
“Please remember that published studies in refereed journals show that 90-98% of dogs and cats that have been properly vaccinated for the core vaccines, develop good measurable antibody titers to the infectious agent measured.”
26/02/2018 - Publicações

Your update on Biogal’s latest breakthroughs in Veterinary Diagnostics

Dr Jean Dodds was one of the pioneers to introduce the use of serology testing to confirm core puppy and kitten vaccinations and  the use of serology testing to avoi...

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